Promoção Relâmpago “Divã” | Cinema
Quer assistir na faixa ao filme “Divã” que estreia hoje nos cinemas?
Simples, basta deixar um comentário com a frase: “Eu quero ir para o Divã”.
Infelizmente tenho apenas 1 par de ingressos, portanto seja rápido(a). O primeiro leitor ou leitora leva, ou melhor, recebe.
![]()
Confira mais informações sofre o filme:

SINOPSE
“Divã” conta a história de Mercedes, uma mulher de 40 anos que vive às voltas com as alegrias e desafios da sociedade contemporânea. Casada e mãe de dois filhos, Mercedes decide, mesmo sem saber bem o porquê, procurar um psicanalista. E, assim, o que antes era apenas uma curiosidade, se transforma em uma experiência devastadora, que provoca uma série de mudanças em sua vida cotidiana. No divã, Mercedes questiona o seu casamento, a realização profissional e seu poder de sedução. A melhor amiga Mônica, a companheira de todos os momentos, vê de perto a transformação de Mercedes e participa de suas novas experiências e descobertas, apesar de nem sempre concordar com suas escolhas. As revelações de Mercedes para o analista, assim como as conversas com a melhor amiga, dão novo rumo à vida de Mercedes que a princípio parecia boa, estável, mas sem grandes emoções. É só o princípio de uma grande transformação.
ELENCO
Lilia Cabral – Mercedes
José Mayer – Gustavo
Reynaldo Gianecchini – Theo
Cauã Reymond – Murilo
Alexandra Richter – Monica
Eduardo Lago – Carlos Ernesto
Paulo Gustavo – René
Elias Gleizer – Agenor Antonio
Pedro – Tio de Gustavo
Vera Mancini – Hillary
Helena Fernandes – Shirlene
Duda Mamberti – Padre
Julianne Trevisol – Ju
Cesar Cardareiro – Filho de Mercedes 1
Johnny Massaro – Filho de Mercedes 2
Dona Eulália – Lupe de Giglioty
FICHA TÉCNICA
Direção – José Alvarenga Jr.
Direção de Arte – Cláudio Domingos
Direção de Fotografia – Nonato Estrela, ABC
Roteiro Original – Marcelo Saback
Direção Musical – Guto Graça Mello
Som Direto – Zezé D’Alice
Edição de Som – François Wolf
Figurino – Ellen Millet
Montagem – Diana Vasconcellos, ABC
Produtores Delegados – Daniel de Castro e Rossine A. Freitas
Produção Executiva -Iafa Britz, Marcos Didonet, Vilma Lustosa e Walkiria Barbosa
Produtor Associado -Bruno Wainer
Co-produção – – Rio Filme, Globo Filmes e Lereby
Produção – Total Entertainment
Distribuição – Downtown Filmes
Produtores – Iafa Britz, Marcos Didonet, Vilma Lustosa e Walkiria Barbosa
Baseado na peça homônima de Marcelo Saback livremente inspirado no livro Divã de Martha Medeiros
ENTREVISTAS
José Alvarenga Jr. (DIRETOR)
Um dos grandes entusiastas do projeto Divã desde o seu início, o diretor José Alvarenga Jr. entende bem do universo enfocado no filme. “Durante dois anos, eu dirigi o Mulher, que era um seriado com um profundo exercício do drama. Então, no Divã eu fui beber do Mulher, para falar da alma feminina, de como ela se comunica. Mas o filme também dialoga com o humor, do que eu fiz em Os Normais, A Diarista, Os Amadores, Os Aspones, Minha Nada Mole Vida… O que eu busco fazer é trabalhar o humor com uma inteligência – um humor crítico, não o pastelão puro e simples. Essas coisas estão todas ligadas”, diz. Para o diretor, o Divã é um filme que, como poucos no cinema brasileiro, tenta retratar o cotidiano da classe média. “Acho que, por ter essa autenticidade, esse desejo de falar da classe média, ele pode se comunicar com todo mundo”, acredita. Sucesso no cinema com Os Normais – O Filme, Alvarenga também dirigiu Zoando na TV (com Angélica) e diversos filmes dos Trapalhões: Os Heróis Trapalhões – Uma Aventura na Selva, O Casamento dos Trapalhões , A Princesa Xuxa e os Trapalhões, O Mistério de Robin Hood e Os Trapalhões e a Árvore da Juventude.
Como surgiu o interesse pelo Divã?
Eu apenas tinha ouvido falar do livro quando fui ver a peça – e ali eu percebi que tinha um filme. Ela falava de histórias pessoais, de mudanças e de situações corriqueiras da vida de alguém que foi casado por muito tempo. No fim da peça, eu fui cumprimentar a Lília e falei no ouvido dela: “Vamos fazer o filme do Divã!” Ela ficou surpresa, riu e seis meses depois me ligou dizendo que tinha conseguido a autorização da Martha Medeiros. A partir daí é que a gente começou a tentar entender onde estava o filme. Fui ler o livro e vi que a peça tinha um formato totalmente diferente – eles tiveram que procurar soluções para narrar aquela história. No fim das contas, o filme é fiel ao livro e também à peça. Mas, ao mesmo tempo, criamos um universo particular.
Como foi feito o tratamento de roteiro para descobrir o que havia de cinematográfico no Divã?
Uma vez por semana, eu o (Marcelo) Saback e a Lília nos reuníamos e íamos buscando as imagens – e a partir delas, a gente foi refazendo as situações. Na peça, por exemplo, havia um restaurante japonês, mas a gente achou que o restaurante cinematográfico era o chinês, porque tem muito mais elementos visuais que um japonês. E aí investimos nisso. Um barato do filme também é que aquele diálogo que a Mercedes tem com o analista. Isso funciona para o espectador, funciona como reflexão, funciona para levar a história para frente, para levar para trás… O filme acompanha esse movimento. E, além do mais, a gente tinha um trunfo maior que era a Lília Cabral. É muito interessante fazer um filme quando você já conhece os personagens, fica quase uma festa entre amigos.
A produção foi bem tranqüila, não?
Quando eu vi o Divã e falei que ele dava um filme é porque eu olhava aquilo e percebia que ele tinha uma maneira bacana de ser produzida. Do momento em que a autorização saiu até o filme ser feito, foi praticamente um ano e meio. Um processo muito rápido. Eu estava de férias quando me avisaram que o dinheiro tinha saído e que a gente tinha que rodar o filme em um mês. Foram seis semanas de preparação e quatro de gravação, só isso. Esse filme tinha essa vantagem artística – era um modelo possível. Alem disso, era uma história emocional, que comunica. Tenho uma amiga careta que amou a peça. E uma outra amiga que é uma hippie total dos anos 60 que também amou. O Divã pega de uma ponta a outra. Ele não fala só da alma feminina, que é complexa, mas também da necessidade de mudança de todos nós…
Qual a sua visão da Mercedes?
Ela é uma mulher incomum que tem uma rotina comum – isso foi o que interessou a todos nós nesse projeto. As pessoas se reconhecem na Mercedes. Tem os filhos, o marido, o tédio do casamento, a separação que muitas vezes não vem – por medo ou receio –, a traição que muitas vezes pode ser sem culpa… E essa mulher assumia essas coisas de uma maneira firme, o que para muitas pessoas é um tabu monstruoso. Ao mesmo tempo, ela não é uma mulher que usa tatuagem ou que fume maconha. Mas ela já passou pelos anos 60, pela liberdade sexual e se apropriou de tudo isso que mudou o mundo. É uma pessoa que vive uma vida comum, mas que é incomum. Como, no fundo, são todas as pessoas.
LIlia Cabral
Uma das atrizes mais conhecidas e elogiadas da TV brasileira, Lilia Cabral também colhe bons frutos com sua atuação no teatro. Muitos deles, por sinal, vieram de Divã, adaptação do livro de Martha Medeiros, lançado em 2002. “Eu acabei de ler o livro achando que dava para fazer uma peça”, conta. A montagem, que estreou em janeiro de 2005, logo ganhou o grande público com suas reflexões sobre a alma feminina, ditas com rara sinceridade pela personagem de Mercedes. O resultado foi que a peça passou quase três anos em cartaz, com apresentações no Brasil e também em Portugal. “Lá, eu competia com o Woody Allen, que estava fazendo um show de jazz (risos)!”, confidencia Lilia. Na transposição do Divã para o cinema, alguns importantes ajustes tiveram que ser feitos – mas a essência da bem-sucedida montagem permaneceu. “Na peça, a gente tinha uma história de amor. Mas não era tão contundente quanto ficou no filme”, avalia a atriz. Paulistana, Lilia começou sua carreira na peça Feliz Ano Velho. Estreou na TV na novela Os Imigrantes e participou de outros importantes folhetins televisivos como Corpo a Corpo, Meu Bem Querer, Tieta, Chocolate com Pimenta, Laços de Família e Paginas da Vida, onde brilhou como a amarga Martha (papel que lhe valeu uma indicação para o prêmio Emmy Internacional de Melhor Atriz). No cinema, participou dos filmes Dias Melhores Virão, Stelinha, Como Ser Solteiro e A Partilha.
Qual foi o impacto que o livro da Martha Medeiros teve sobre você?
As imagens do Divã eram muito fortes. O que a Martha dizia era muito cinematográfico e teatral também. E o livro tinha a forma cotidiana de falar, uma forma natural de dizer as coisas que eram universais, que não eram datadas. Quando lia alguma coisa, volta e meia eu pensava: essa é uma situação que pode acontecer daqui a dez anos! Acho que a Mercedes diz muitas coisas que as mulheres gostariam de ouvir. Ela tem um frescor muito grande – e foi esse frescor que me despertou para seguir em frente. Assim, quando acabei o livro eu estava decidida mesmo a fazer a peça.
E como foi que o José Alvarenga Jr chegou com a proposta do filme?
Eu já tinha feito algumas participações em Os Normais e A Diarista (minisséries que ele dirigiu) e a gente sempre se perguntava: quando é que a gente vai trabalhar junto de verdade? Eu já tinha falado como ele de um projeto que eu tinha vontade de fazer e aí ele foi assistir ao Divã. Logo depois, ele me perguntou se eu tinha vontade de transformar a peça em filme – e disse que já tinha pessoas que podiam ser acionadas. Por uma feliz coincidência, era o pessoal da Total Entertainment, que já tinha visto a peça também. E o Bruno Wainer também tinha ido à peça na mesma semana que o Alvarenga. Então, quando a gente começou a conversar, todo mundo já estava inserido naquela história.
Como foram as filmagens?
Foi tudo muito rápido – quatro semanas em que todo dia era cumprido o cronograma. O Alvarenga sabe comandar uma equipe, ali ninguém perdeu tempo. As cenas do consultório a gente fez num dia só. Comecei oito da manhã e acabei às oito da noite. Depois, na montagem, é que você vai vendo as evoluções sutis do personagem. Foi um dia cansativo de trabalho. Mas se parar para pensar, foi tão gostoso!
E protagonizar pela primeira vez um longa-metragem, que tal?
Ah, Deus me livre! (risos). Quando você está fazendo, tudo é festa. Até então, você não sabe que é protagonista e não está nem aí. Mas quando acaba isso e você vai ver o primeiro copião… aí é que percebe que vai tudo começar! Agora é que eu vou começar a ter a sensação do que é ser protagonista. Eu sei que eu estou lá, dando a minha cara a tapa, com as pessoas todas me vendo, mas eu prefiro pensar que estou lá contando uma história em que eu sempre acreditei, e que tem um monte de gente junto contando também.
Como você vê a Mercedes?
A Mercedes era uma mulher que pensava que estava vivendo – tinha vinte anos de casada, era professora, gostava de pintar, o marido era advogado… Mas a partir do momento em que ela começou a falar, ela foi se conhecendo. E com isso ela viu que não estava vivendo. Ou melhor: ela estava vivendo, mas ela não era feliz. E o fato de você buscar uma felicidade não significa que você vai de encontro à felicidade. Ela acredita que a vida está começando – e que não tem regras, não tem pesos e medidas. Que o mais importante é viver. Essa é uma história simples, essa é uma história humana, conhecida de todos. Mas ela não é antiga, não é retrógrada, ela tem um frescor. Fizemos o filme com o coração.
Qual o lugar da Mercedes no seu vasto rol de personagens?
Eu acho que ela é um divisor de águas na minha vida. Porque eu sempre gostei muito de fazer mulheres que falam sobre relacionamentos. Acho que ela completou um ciclo relativo à minha vontade de mostrar um crescimento. Parece que a Mercedes é o amadurecimento de todos os outros personagens que eu interpretei – uns caricatos, outros não. Hoje, ela é uma das primeiras do meu ranking.
OBS.: Entrarei em contato via e-mail com o(a) ganhador(a) que receberá os ingressos pelos Correios.
Gostaria de agradecer a Brazucah Produções que gentilmente forneceu os ingressos.
Artigos Relacionados:









“Eu quero ir para o Divã”!!!!!
Renato postou em seu site..Dia Nacional do Livro Infantil
Parabéns, Renato!
São seus!
Vou mandar um e-mail agora pra ti.
Abraços
Amigo Rodrigo,
Nossa! Será fantástico ganhar mais esse presente! Simplesmente me apaixonei por Lilia Cabral! Parabéns pela iniciativa e incentivo a cultura! Que venham outras oportunidades de “promoções relâmpago” para o curiosando \o/ Obrigado por essa oportunidade!
Bom final de semana meu amigo! Luz!
Forte abraço,
Renato _ò/
Quiosque Azul
Renato postou em seu site..Dia Nacional do Livro Infantil
Que bom, Renato!!
Que venham outras mesmo. Incentivo a cultura nunca é demais.
Mandei e-mail agora, se não receber nada nos próximos minutos me avise, ok?
Abraços
Email recebido e respondido com sucesso!
Rodrigo,
\o/ Oooba! Muito obrigado por essa alegria meu amigo!
Ainda estou aqui online no curiosando e pipocando de alegria!
A propósito… Já vou reservar o “din-din” para a pipoca… rs
Ooops! Aquele “barulhinho” que irrita muitos nas salas de cinema…rs
Hoje foi um dia muito especial em minha Vida e posso dizer que fechei com chave de ouro ganhando esse presente de um amigão!
Talvez um dia eu te conte o “Por que?” de hoje ter sido um dia tão especial para mim. Posso dizer em resumo que acabo de trazer para o meu lar uma conquista! Vitória essa que espero há quatro anos e hoje está em minha morada. É um sentimento que emociona com um ar de agradecimento e somado a esse presente acaba por se tornar uma potência! Agradeço a Deus por tudo e reforço aqui… Obrigado pela sua amizade!
Por favor, me avise se estiver faltando alguma informação no email que respondi, ok?
Obrigado de coração! Luz!
Forte abraço,
Renato _ò/
Quiosque Azul
Renato postou em seu site..Dia Nacional do Livro Infantil
[Curiosando] Promoção Relâmpago “Divã” | Cinema:
Quer assistir na faixa ao filme “Divã” que estreia.. http://tinyurl.com/cgvkzc
[Curiosando] Promoção Relâmpago “Divã” | Cinema:
Quer assistir na faixa ao filme “Divã” que estreia.. http://tinyurl.com/cgvkzc
[...] Source:Promoção Relâmpago “Divã” | Cinema Ofertas SubmarinoMP3 Automotivo c/ Entradas USB Frontal e Auxiliar DEH-3UB PioneerR$ 399,00Televisor 29″ Ultra Slim Line com Crystal Clear 29PT9467C PhilipsR$ 799,00Home Theater c/ DVD Conexão HDMI 5.1 500W Entrada USB HT503SH LGR$ 699,00Vitrine Submarino 3.1 Tags: Curiosidades, diferente, exótico, inusitado, você sabia? [...]
Por todas minhas neuras, por ser mulher, por amar Martha Medeiros e achar Lilian tudo de bom: Eu quero ir para o Divã!!! kkkk
Este filme vai ser omaximo, ja comeca pelo nome….
Eu vouassistir hoje
Eu quero ir para o Divã
Eu quero ir para o Divã
Deixe um Comentário!
Artigos Populares da Semana
Quem mais comentou este mês
Diversos »
Imagens Que Marcaram a Semana [15 a 19 de Março]
Eis cinco das inúmeras imagens de fatos que marcaram esta semana no Brasil e no mundo.
Segunda | 15/03
Assassino confesso do cartunista Glauco e de seu filho Raoni, preso em uma cela da Polícia Federal em …
Entretenimento »
O PREDADOR Voltou
O clássico Predador, estrelado pelo hoje governador Arnold Schwarzenegger, ganha nova versão protagonizada por Adrian Brody (foto). Confira o trailer da produção que tem estreia prevista para o segundo semestre deste ano.
Garotas »
Belas da Saint Patrick’s Day + Eva Longoria
Ontem, 17 de março, foi comemorado o “Dia de São Patrício” (Saint Patrick’s Day”) que a bem da verdade serve de justificativa para as festas em pubs irlandeses, tal qual a Oktoberfest.
Para não deixar a …
Seções
Pesquisa por Tags
WP Cumulus Flash tag cloud by Roy Tanck and Luke Morton requires Flash Player 9 or better.
Artigos Diversos
conheça
BlogBlogs
Facebook
Twitter